Tempo de política: A leitura dos candidatos.
Em pleno período eleitoral, podemos perceber claramente candidatos tentando conversar com a população, utilizando uma tática de leitura. A grande maioria não consegue esconder a tática e a conversa soa artificial e frustrante para o ouvinte. A dica de hoje, serve para candidatos e qualquer pessoa, que em qualquer momento da vida deseje conversar com ouvintes utilizando a leitura de um texto.
· Se não tem uma boa leitura, esqueça. Não adianta tentar iludir. Leitura cheia de tropeços nunca vai soar natural. Simule entrevistas, onde o interlocutor faça perguntas e você responda de forma natural e espontânea, como se estivesse ao vivo. O preparo e o domínio do assunto é inevitável. Mas é o mínimo que um candidato pode ter: Conhecimento de causa.
· Se tem condições plenas de fazer uma boa leitura, procure imaginar o grande público que estará na Audiência, o que essas pessoas estão fazendo (tomando café, almoçando) e você estará nesse meio, conversando com essa gente. Tenta colocar expressões mais fortes ou emotivas onde o texto permitir. Usar de movimentos das mãos, como se os movimentos reforçassem suas palavras, ajuda a dar eloqüência ao que está sendo dito, tornando o tom mais natural.
· Não deixe seus assessores colocarem palavras que nunca poderiam estar em seu vocabulário. Uma ou outra até pode contribuir. Mas encher de palavras complicadas e quase nunca usadas por você, não soaria nada natural ou seria facilmente perceptível que tais palavras não são suas.
Tais dicas visam não iludir ouvintes, mas deixar a comunicação menos chata e mais respeitosa para com as pessoas. Esse foi o café de hoje. Abraços. Até o próximo.
· Se não tem uma boa leitura, esqueça. Não adianta tentar iludir. Leitura cheia de tropeços nunca vai soar natural. Simule entrevistas, onde o interlocutor faça perguntas e você responda de forma natural e espontânea, como se estivesse ao vivo. O preparo e o domínio do assunto é inevitável. Mas é o mínimo que um candidato pode ter: Conhecimento de causa.
· Se tem condições plenas de fazer uma boa leitura, procure imaginar o grande público que estará na Audiência, o que essas pessoas estão fazendo (tomando café, almoçando) e você estará nesse meio, conversando com essa gente. Tenta colocar expressões mais fortes ou emotivas onde o texto permitir. Usar de movimentos das mãos, como se os movimentos reforçassem suas palavras, ajuda a dar eloqüência ao que está sendo dito, tornando o tom mais natural.
· Não deixe seus assessores colocarem palavras que nunca poderiam estar em seu vocabulário. Uma ou outra até pode contribuir. Mas encher de palavras complicadas e quase nunca usadas por você, não soaria nada natural ou seria facilmente perceptível que tais palavras não são suas.
Tais dicas visam não iludir ouvintes, mas deixar a comunicação menos chata e mais respeitosa para com as pessoas. Esse foi o café de hoje. Abraços. Até o próximo.
08 Sep, 2008 - cleiton